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Ação na Justiça contra Governo de São Paulo é usada por Stefanutto para justificar cheque dado a advogado

A defesa de Alessandro Antônio Stefanutto afirmou que o cheque entregue ao advogado Anderson Pomini, citado em reportagem publicada pelo UOL...

A defesa de Alessandro Antônio Stefanutto afirmou que o cheque entregue ao advogado Anderson Pomini, citado em reportagem publicada pelo UOL em fevereiro deste ano, refere-se ao pagamento de honorários advocatícios relacionados a uma ação judicial protocolada contra o Governo de São Paulo

Foto: Pedro Santos.

A matéria, publicada no dia 26 de fevereiro, apontou que o presidente da Autoridade Portuária de Santos teria recebido um cheque ligado a investigações da Polícia Federal sobre um suposto esquema de pagamento de propina envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A defesa de Stefanutto contesta a interpretação e sustenta que o valor teve origem lícita.

Pagamento por ação judicial
Segundo a nota divulgada pelos advogados, o pagamento ocorreu em 2022, período em que Stefanutto não ocupava cargo diretivo no INSS. Na ocasião, o advogado Anderson Pomini teria sido contratado pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) para ajuizar uma Ação Direta por Omissão (ADO) contra ato do governador do Estado de São Paulo.

De acordo com a defesa, Stefanutto foi incumbido pelo partido de realizar o pagamento dos honorários advocatícios previamente fixados no valor de R$ 250 mil, por meio da entrega de um cheque ao advogado.

Os advogados também afirmam que não havia conhecimento de qualquer irregularidade envolvendo a empresa emissora do cheque e que o valor foi depositado diretamente na conta bancária de Pomini.

Defesa contesta relatório da PF
A nota também rebate informações atribuídas a um relatório sigiloso da Polícia Federal que, segundo reportagens recentes, mencionaria movimentações financeiras no valor de R$ 4 milhões supostamente relacionadas a Stefanutto.

De acordo com a defesa, um relatório de inteligência financeira apresentado anteriormente já demonstraria que os valores citados não foram recebidos nem utilizados por ele.

Os advogados afirmam ainda que, em razão do sigilo que envolve os autos da investigação e o próprio relatório da Polícia Federal, não é possível divulgar mais detalhes neste momento. Apesar disso, reiteram que Stefanutto desconhece as empresas mencionadas nas apurações e nega ter sido beneficiário de qualquer valor citado nas investigações.

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